Novos Modelos!

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Venda de moto cresce entre janeiro e maio

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Acompanhando o otimismo da economia brasileira com o bom resultado do Produto Interno Bruto (PIB) no início deste ano, o setor de duas rodas registrou bons resultados em maio e também no acumulado de 2010. Tanto a produção como o emplacamento de motocicletas cresceu ao menos 10% nos cinco primeiros meses deste ano.

De acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), a produção em maio foi de 167.850 unidades, aumento de 11,1% em relação a abril, quando 151.072 unidades saíram das linhas de montagem do Polo Industrial de Manaus.

A produção de 721.005 unidades entre janeiro e maio deste ano evidencia ainda mais a retomada de crescimento do setor. No mesmo período de 2009, esse número foi de 588.007, ou seja, cerca de 18% menor. O presidente da Abraciclo, Jaime Teruo Matsui, porém, prefere ser mais cuidadoso: “Ainda não se pode comemorar os resultados, mas os números apontam indícios de crescimento, contudo é preciso aguardar o final do semestre para uma avaliação mais aprofundada”.

Mas os números de emplacamentos dão mais indícios de que o setor de motos deve realmente se recuperar e retomar o patamar de 2008, antes da crise mundial. Comparando as vendas nos cinco primeiros meses de 2010 e de 2009, o crescimento foi de 9,70%, saltando de 631.331 motos emplacadas para 692.556 unidades.

Ranking

O ranking de vendas mostra que as motocicletas do segmento city/street mantêm a preferência do motociclista do brasileiro. Lideradas pela Honda CG 150, 446.571 motos street foram emplacadas entre janeiro e maio deste ano. A CG 150 continua no posto de campeã de vendas com 158.889 unidades comercializadas no período. Logo atrás vem outra Honda, a CG 125, com 154.870 unidades.

Modalidades de venda

Um dos grandes entraves do mercado de duas rodas em 2009, apontado pelos especialistas do setor, foi a dificuldade no financiamento de motocicletas. Segundo dados da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), a modalidade apresenta uma tímida melhora neste ano. Em 2009, 48% das motos vendidas no Brasil foram adquiridas por meio de financiamento.

No primeiro trimestre de 2010, esse número cresceu um ponto percentual, chegando a 49%. Assim como o consórcio, que passou de 27% para 29% no total de motos vendidas no período. O crescimento vem dos consumidores que deixaram de comprar à vista. A modalidade caiu de 23% para 21% no primeiro trimestre deste ano.

As motos mais vendidas no Brasil – entre janeiro e maio de 2010

Posição     Modelo                                     Quantidade
1º            Honda CG 150                           158.931
2º            Honda CG 125                           154.870
3º            Honda NXR 150 Bros                   73.649
4º            Honda Biz 125                            73.446
5º            Yamaha YBR 125 Factor               47.765

Fonte.
Agência Infomoto

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Curiosidade – A hora de trocar os pneus

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Trocar os pneus é aparentemente uma tarefa fácil mas é necessário ficar atento a alguns cuidados básicos para aumentar a durabilidade e manter seu pneu em ordem para não correr risco de acidentes.Primeiro é importante ficar atento as especificações da fabricante para trocar os pneus, mas normalmente eles seguem a seguinte orientação – desde que sejam originais de fábrica:

1-) Motos esportivas: 10.000 km2-) Motos Custons: 12.000 kmVale lembrar que isto é uma orientação, se os pneus já estiverem praticamente sem frisos na faixa central ou que a moto está instável (mesmo estando calibrado) significa que é hora de trocar.Chegado o momento da troca, de preferência a fazê-lo em uma máquina de montagem, esta regra acentua-se ainda mais se as rodas forem raiadas. De preferência utilize o mesmo modelo de pneu que veio da fábrica.E atenção, se o pneu for novo é sempre importante dar uma “lixada” nele antes de utilizar para retirar a camada de cera. Para fazer isto é simples:

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1-) Dianteiro: Use uma lixa grossa de qualquer tipo e passe em toda banda de rodagem
2-) Traseiro: Em uma área de areia ou cascalho fino e dê uma patinada com no mínimo duas voltas no pneu.
Fonte: G1

 

8º Barretos Motorcycles

O Parque do Peão sediou, nos  dias 30 de abril, 01 e 02 de maio, o 8º Barretos Motorcycles.
Manobras radicais e música são os ingredientes principais do evento que reuniu cerca de 85 mil pessoas e é considerado o maior encontro de motociclistas do país.

Uma arquibancada, com capacidade para 5 mil pessoas foi montada na pista de exibição para a apresentação das equipes de acrobacias. Cerca de 20 equipes de motoacrobacias se apresentaram no evento que teve uma grande participação de motoclubes e motociclistas de todo país.

Estádio lotado, os melhores pilotos reunidos e uma arena de rodeio pronta para ser o palco das mais ousadas manobras radicais. Esse foi o cenário do Desafio Internacional de Freestyle,  Brasil X EUA que aconteceu no sábado, 01 de maio, e que teve a equipe brasileira vencedora da disputa.

Além disso, tivemos várias outras atrações como Enduro Country Pira, Museu da Moto Antiga, Concurso de Motos, Concurso Garota Motorcycles e Passeio pela Cidade. Já na trilha sonora, o rock e o flashback dominaram o evento que teve shows de CPM 22, Nacontramão, Rod Hanna e Destroyer Kiss Cover.

A kebec não ficou fora dessa, conferimos de perto todas as atrações do maior encontro de motociclistas do Brasil. 

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1ª edição da Motofair

Com o objetivo de estimular ainda mais o comércio de motocicletas e bicicletas na região mineira, Belo Horizonte sediou do dia 22 ao dia 25, a 1ª edição da Motofair — Feira de Moto, Bikes, Peças e Acessórios.
O evento foi recheado de grandes atrações e marcas, entre elas esteve presentes Honda, Yamaha, BMW e Gas Gas, Pirelli e várias outras Empresas de Equipamentos e Peças para o Segmento Motociclístico.
E a kebec também não ficou de fora, estivemos presente todos os dias e conferimos de perto o sucesso do evento.
Confira algumas imagens da 1ª edição da Motofair em MG.

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Você conhece os tipos de moto?

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Existem vários tipos de moto, mas apenas um nome para cada estilo. Buscando informar você ao máximo, destrinchamos o “significado” de cada um. Confira abaixo:Motociclos
Motos capazes de ultrapassar 50 Km/h, e que possuem cilindrada superior a 50cc.

Ciclomotores
Motos capazes de chegar até 50 Km/h, e que possuem cilindrada inferior a 50cc.

Motoneta, Lambreta, Scooter ou Vespa
São veículos motorizados de duas rodas, no qual o condutor condiciona suas pernas para a frente de seu tronco, em vez de para os lados, como ocorre nas motocicletas. Não há necessidade de usar os pés para a troca de marchas, e normalmente são montadas com câmbio automático (CVT) por corrente dentada com polias variáveis.

Motos esportivas
As esportivas são motos com design futurista e mecânica de excelente desempenho. Os motores geralmente possuem mais de 600 cilindradas, o que permite maior aceleração, algumas alcançando velocidades superiores a 300 Km/h.
Em geral possuem discos de travão duplos, quadros fabricados em materiais leves, design esportivo, avanços com posição de pilotagem baixa, escapes com ruído esportivo, carenagem para reduzir a resistência com o ar e pneus largos visando uma boa área de contato com o solo.

Motos Custom
As custom são motos estradeiras que não priorizam a velocidade, mas o conforto. A altura do banco é baixa, as pedaleiras são avançadas e o tanque é grande e paralelo ao chão, de forma a proporcionar uma posição confortável para pilotagem. O piloto fica recostado para trás, com os pés para a frente, com as costas geralmente apoiadas em encostos chamados de Sissy Bar.
A maioria das peças é cromada e brilhante, copiando o design das motos antigas. Geralmente possuem alforjes em couro, que são aquelas malas para levar a bagagem. São motos que apresentam desenho típico das motos americanas dos anos 50 e 60.

Roadsters
Motos que aliam o visual e a posição de pilotagem das custom com o alto desempenho das esportivas.

Motos chopper
São motos que derivam das custom com a diferença na posição do tanque, que é alto na frente e baixo atrás, formando uma linha com o eixo da roda traseira. O garfo da frente tem um ângulo em relação ao motor, maior que nas custom e seu comprimento também é maior, deixando a distância entre eixos bem grande.
A maioria não tem amortecedor traseiro e normalmente possui motor Harley Davidson de 1200cc. Este estilo de moto tem a filosofia de retirar tudo o que não é necessário em uma moto. Geralmente não possuem banco para o garupa, alforges ou paralamas dianteiros. Seu visual é bastante dispojado e agressivo.

Motos Naked
As naked são motos que têm bom desempenho em relação ao motor, e conjunto mecânico. Permitem uma posição de pilotagem menos “deitado”, melhorando o conforto para condução em vias urbanas, seu guidão é mais alto do que nas esportivas e não possuem carenagem.
São mais adequadas que as esportivas para andar entre os carros na cidade, e apresentam bom desempenho nas estradas. O único inconveniente é a falta de proteção contra o vento. Existem no mercado bolhas e semi-caranegens para solucionar este problema, mas em sua maioria, pioram o visual da moto.

Motos off-road
As motos off-road possuem diversas variantes: motocross/supercross, enduro, cross-country, raids e trail. Os pneus são específicos, geralmente para tração na terra e as rodas são maiores para transpor obstáculos com maior facilidade. A sua suspensão possui um curso total maior, sendo mais altas em relação ao solo, para absorver impactos e não os transmitir para o piloto.
O visual geralmente é despojado, com desenho rústico e/ou agressivo, sem acessórios que possam ser danificados quando a moto for utilizada em trilhas. Possuem também uma relação de marchas curta e rápidas acelerações, com motores de 125 a 600 cilindradas ou mais.
Dentro desta categoria existem as Big Trails, motos que podem ser usadas para viagens longas que incluem trechos off-road. São mais confortáveis e mais pesadas, possuem pneus de uso misto e tanques de combustível com capacidade para até 40 litros, permitindo boa autonomia em trechos longos. São a maioria das motos que participam do Rally Dakar.
Outra variação desta categoria são as Motocross. Motos vendidas sem acessórios obrigatórios para a utilização em vias urbanas, como lanternas, espelhos e piscas.

Motos Motard
Motard é uma palavra francesa que significa motocicleta. As motos motard possuem estilo off-road, variadas cilindradas e motores, pneus e rodas de motos street, ou seja, aros de 17/18 polegadas e pneus esportivos.

Motos Supermotard
A supermotard é uma moto trail com ciclística esportiva, de alta cilindrada e que possui como a motard, rodas de 17/18 polegadas e pneus esportivos.

Motos Pocketbikes
As pocketbikes ou motos de bolso são mini-motos de alta performance, voltadas para o público adulto. Em sua maioria possuem 13 cavalos e suportam um peso de até 110 Kg. Podem até ser levadas embaixo do braço, devido ao seu tamanho e possuem tanque de gasolina de 1 litro.

Motos Street
São motos que apresentam conforto e mobilidade para serem utilizadas no trânsito urbano, geralmente de 125 cc. A posição de pilotagem é sentada, apresentam desenho simples, com banco para garupa e não possuem muitos acessórios.
A maioria das street apresentam velocidade máxima, por volta de 110 Km/h.

Motos Underbone
São motos de dimensões reduzidas, menores do que as street, geralmente com câmbio semi-automático, baixa cilindrada (abaixo de 125cc), baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Apresentam acelerações menores do que as street e velocidades máximas por volta de 100 Km/h.

Motos Baby
São motos das décadas de 20 e 30, caracterizadas por serem bem rústicas. Essas motos não possuem amortecedor traseiro, seu centro de gravidade é baixo, seu tom de pintura é peculiar, haja vista que eram utilizadas até 14 camadas de tinta. A moto baby mais famosa do mundo é a Indian.

Fonte:
Equipe MOTO.com.br

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As Botas para Motociclistas da Kebec estão de cara nova !

 

Além da  PROTEÇÃO, RESISTÊNCIA e CONFORTO  já tradicionais, foram agregados, Protetores Frontais e Refletores Lateral e Frontal para proporcionar mais visualização do Motociclista a noite.

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MITOS DAS DUAS RODAS

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Em homenagem ao 1º de abril, conhecido mundialmente como o dia da mentira, o site Moto.com.br destacou alguns mitos do mundo das duas rodas, de artimanhas consideradas vantajosas pelos “entendidos”, mas que na verdade não passam de ficção.

Uma delas remonta a década de 1980 e tem como foco o combustível. Dizia-se que a adição de naftalina — hidrocarboneto utilizado, entre outras coisas, na fabricação de inseticidas — na gasolina aumentava a octanagem da mesma, aumentando o rendimento da motoca.

“Isso era mentira pura”, garantiu Edvaldo de Andrade, o Jacó, dono da oficina Jacó Motos, localizada na zona sul de São Paulo. “Colocar naftalina não altera em absolutamente nada a composição do combustível. É um mito que, acredito, não é mais praticado nos dias atuais”.

Uma possível explicação para a antiga teoria mirabolante pode ser encontrada nas suas características químicas; uma substância volátil encontrada em pequenas quantidades no petróleo. Se foi realmente isso que motivou a sua aplicação nos tanques de gasolina, já é uma outra história…

Mas aproveitando o assunto em questão, Jacó falou de práticas verdadeiras e comprovadas sobre os combustíveis. “A melhor gasolina para motos é a comum. Elas são difíceis de ser adulteradas e, quando há alguma pilantragem, você é capaz de perceber a mudança pelo cheiro”, explicou.

“As gasolinas aditivadas recebem corantes e, como o nome já diz, certos aditivos, que dificultam a análise visual. A comum é gasolina pura. No entanto, é recomendável que se coloque um aditivo de tempos em tempos. O ideal é uma vez a cada três abastecimentos”, continuou o mecânico.

O uso do aditivo contribui para a melhor eficiência do carburador, válvulas e bicos injetores, o que contribui para o aumento da vida útil do conjunto. “Ajuda também a descarbonizar o motor e limpar as partes móveis”, destacou Jacó, que falou ainda sobre as conseqüências do álcool misturado à gasolina.

“Quando o governo determina mudanças na mistura de álcool na gasolina é necessário fazer uma regulagem no carburador. Quem não atenta para isso, fica com uma moto de autonomia alterada; o equipamento vai consumir mais combustível e ter um menor rendimento em termos de velocidade”, alertou.

Outro mito das motocicletas, este pertencente aos dias atuais, refere-se ao filtro de ar. “A garotada costuma tirar o filtro achando que a moto vai andar mais. Ao contrário, ela vai perder velocidade e vai fazer, isso sim, muito barulho”, relatou Jacó.

Sem o filtro, haverá maior passagem de ar na mistura ar/combustível, ocasionando um desgaste excessivo do motor. “Os pistões e anéis do propulsor sofrem nesta brincadeira, por conta da sujeira que vai se acumulando e que deveria ficar no filtro”.

Mais do que conservar o filtro de ar na moto, o motociclista deve atentar para a manutenção desse item. “Nas revisões, realizadas a cada três ou cinco mil quilômetros, é necessário fazer a limpeza do filtro. Muitas vezes não é preciso trocá-lo; limpar já basta. Vai depender muito do local em que a motoca foi utilizada”, ressaltou.

O terceiro e último mito envolve os pneus. Afinal de contas, o uso do nitrogênio na calibragem aumenta a durabilidade dos compostos? A resposta é não. “A única vantagem é que o nitrogênio não aquece, ao contrário do oxigênio”.

Quando aquecido, o ar do pneu sofre dilatação, fato que pode aumentar a calibragem em até oito libras e deixar o pneumático muito duro, diminuindo a aderência principalmente nas curvas. “O nitrogênio tem um ponto de dilatação mais elevado, o que mantém a calibragem estável. Se você calibra os pneus com oxigênio, terá de fazer essa prática uma vez por mês. Com nitrogênio, uma a cada dois meses”, detalhou Jacó.

“Se a meta é prolongar a vida útil do pneu, então o certo é fazer as calibragens constantemente. Independente do gás utilizado”, concluiu o mecânico de 46 anos.

Esclarecidas as fantasias, resta agora evitá-las, especialmente no 1º de abril. Mas nessas três, ninguém mais vai cair!

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